
Eu até tentei fugir do compromisso de tirar da minha cabeça as inúmeras idéias que brotam, que morrem, que lutam e que perdem a chance de serem ditas, porque eu simplesmente as mato. Mas decidi que não é justo.
Já faz muito tempo que não pego para escrever alguma coisa que tire do limbo letárgico dos confins do meu cérebro, as inúmeras barbaridades que meus pensamentos costumam criar.
Portanto, com tantos apelos, com tantas súplicas desesperadas, com tantos anos de opressão a que submeti o meu cérebro, eu creio que se ele tinha que pagar por alguma coisa, isso já foi feito.
Não espere encontrar aqui idéias inovadoras, textos esplêndidos que revele um novo talento literário ou qualquer coisa que o valha. Da mesma maneira que o crio agora, posso destruí-lo. Não vou estabelecer uma ordem para que os textos surjam, porque é certo que esse blog deixaria de existir na próxima semana - tendo em vista a minha disciplina para todos os projetos que idealizo.
Vai funcionar como uma válvula de escape, um urro ou grito de desespero, um bafo de indignação ou suspiro sutil de mais uma criatura que se arrisca a ser ouvido, ou mais propriamente, lido, mesmo que seja por aqueles que por tantas vezes se submeteram a escutar as mesmas histórias de sempre.
Sejam bem vindos,
Já faz muito tempo que não pego para escrever alguma coisa que tire do limbo letárgico dos confins do meu cérebro, as inúmeras barbaridades que meus pensamentos costumam criar.
Portanto, com tantos apelos, com tantas súplicas desesperadas, com tantos anos de opressão a que submeti o meu cérebro, eu creio que se ele tinha que pagar por alguma coisa, isso já foi feito.
Não espere encontrar aqui idéias inovadoras, textos esplêndidos que revele um novo talento literário ou qualquer coisa que o valha. Da mesma maneira que o crio agora, posso destruí-lo. Não vou estabelecer uma ordem para que os textos surjam, porque é certo que esse blog deixaria de existir na próxima semana - tendo em vista a minha disciplina para todos os projetos que idealizo.
Vai funcionar como uma válvula de escape, um urro ou grito de desespero, um bafo de indignação ou suspiro sutil de mais uma criatura que se arrisca a ser ouvido, ou mais propriamente, lido, mesmo que seja por aqueles que por tantas vezes se submeteram a escutar as mesmas histórias de sempre.
Sejam bem vindos,
2 comentários:
Primeiramente, é uma grande honra ser o primeiro a comentar. Segundamente, o título do blog é fantástico. Engraçado que qnd comecei o meu usei esse mesmo template, e imagino que pelo mesmo motivo q vc deve ter pensado: parece areia, que lembra o velho-oeste, haha.
Acho q faz bem. Qnd se está na universidade, ficamos presos a citações, a revisões, a redizer o que outros já disseram. O blog, a criação, a literatura, o ensaísmo, etc, são necessários e ótimas formas de se libertar. (Pior qnd vc acaba a faculdade, q aí nem citar os outros pode mais). Mas nao existe nada como escrever livremente. Boa sorte, caro amigo. Quero ver muita coisa sobre essa areia aqui, hein? Abraço.
olá, gil :)
demorou pra você abrir um blog e contar as fantásticas histórias da fábrica de frutalenses.
muito bonito o visual do blog, é uma referência ao estilo de vida aí no oeste de minas? hehehe
beijos!
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